sImbIOsE

pessoal



 
 

voltando..

Depois de um bom tempo de muitas mudanças, volto ao blog... saudades..



Escrito por lUA>lAn às 17h50
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tudo menos comum

Às vezes eu fico tão estranha
Eu até enlouqueço comigo mesma
Eu rio sozinha na hora de dormir
Essa é a minha canção de ninar

Às vezes eu dirijo tão rápido
Só pra sentir o perigo
Eu quero gritar
Isso me faz sentir viva

Amar é o bastante?
Respirar é suficiente?
Alguém arranque meu coração
E me deixe sangrar aqui
Basta morrer?
Alguém salve minha vida!
Eu prefiro ser tudo menos comum, por favor

Cumprir todas as regras
Tornaria minha vida tão chata
Eu quero poder dizer que extrapolei
Então, me tirem os pés do chão
Vamos, agora me dêem
Qualquer coisa que faça eu me sentir viva

Amar é o bastante?
Respirar é suficiente?
Alguém arranque meu coração
E me deixe sangrar aqui
Basta morrer?
Alguém salve minha vida!
Eu prefiro ser tudo menos comum, por favor

Largue suas defesas
Não use o bom senso
Se você prestar atenção, vai ver
Que esse mundo é um lindo acidente,
Turbulento, suculento, farto, permanente e sem rumo
Eu quero experimentá-lo,
Não quero desperdiçá-lo

Às vezes eu fico tão estranha
Eu até enlouqueço comigo mesma
Eu rio sozinha na hora de dormir
Essa é a minha canção de ninar

É o bastante, é o bastante?
Respirar é suficiente?
Alguém arranque meu coração
E me deixe sangrar aqui
Basta morrer?
Alguém salve minha vida!
Eu prefiro ser tudo menos comum, por favor, é o bastante.

Basta morrer?
Alguém salve minha vida!
Eu prefiro ser tudo menos comum, por favor
Eu prefiro ser tudo menos comum, por favor

(Avril Lavigne)



Escrito por lUA>lAn às 02h16
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Clarice, traduzindo nós!!!!

 

"E eis que de repente eles param e mudos, graves, espantados se olham nos olhos:

é que eles sabiam que um dia iriam amar." (Clarice Lispector)



Escrito por lUA>lAn às 03h32
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A medida de nós

Que medidas teremos nós?

nos amamos a contar garrafas náufragas,

que de milhões existirem quiçá, uma encontrada,

e de amor perdida?

 

Ou quem sabe como a fome dos filhotes ao ninho,

que se abrem para receber o alimento, as bocas, as asas,

e esperam o último aconchego do último raio de sol?

ou quem sabe, a medida dos ansiosos ao cais, na espera de um aceno, que chegue ou que parta,

mas que lhes dê a emoção do instante?

 

Saberemos nós se nossa medida não se compara,

às pernas da atleta, que se desmancha em contorções e espasmos,

reluta em desistir,

e tira seu último fôlego, último lático para que viva um instante de superação, que lembrado será pelo resto de sua vida, como seu ato mais audaz?

 

Ou seremos peixes, que nadam à procura de alimento nos rios diversos de nós,

a encarar correntezas para que  procriem,

e possuam tantas belezas e faces,

que nem se sabe ao certo que matizes imensuráveis os colore?

 

Ah, quem sabe seremos raízes, que se transformam ao serem colhidas,

e se submetem a processos dolorosos, apenas para que o homem a chame de "comer", e nem dê bola                                 

para o tempo em que ficou a crescer abundantemente ,

para depois ser arrancada, descascada, moída e transformada em pó, por amor?

 

Ah, talvez quem sabe nossa medida, é a certeza dos enamorados,

quando chegam os bilhetes às escondidas, num possível encontro,

onde às escondidas, juram que se amam, 

e lutam até que o sol possa acolhê-los e lhe dar boas vindas....?

 

Até podemos ter a medida dos pés descalços

que se agregam em romaria aos pés dos santos,

em peregrinação, a quem espera o milagre,

o de receber amor em devoção?

 

Teremos nós, a medida de quem costura,

milimétrica, certa,

justa ao corpo,

a roupa que veste os insanos e os reis?

 

Ou quem sabe poetas, a medida do verso, da língua, torpe,

escrachada, bela, lúdica e metafórica,

mas que exprima todo sabor de se escrever, os mais deleitosos versos de amor,

ou a mais fétida realidade?

 

Poderemos também ser a medida de nós, presentes, ausentes,

extrapolando conceitos, desvirtuando o destino,

acariciando os sonhos do começo, sem quebras, sem dobras,

amassados caminhos, apenas a alegria do amor em nós?

 

Acho que te amo, na medida do meu abraço

acho que me amas, na medida do teu sonho

te amo sem medir todas as medidas

me amas me medindo aos olhos, somente

 

Nos amamos aos risos que nos felicitam

prenúncio de amor

de um amor que ao medir com o mundo parece imenso...

surge, enrosca, despe, passeia, tritura, forja, embala, come,

alimenta, escreve, viaja, chega, sai, insano, real,

 

Mas acima de tudo

nos amamos medidas em nós,

da ponta dos sonhos,

até a boca q se abre em beijos!!

 

FaFá (Belém – PA – 12/05/2008 – 21:56)

 



Escrito por lUA>lAn às 17h26
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Vidraça




Não é o espelho não, sou eu!

e enquanto a lavadeira preocupa-se com a chuva eu olho pela vidraça

e você procura os sonhos da infância para reviver o amor puro

e sangra as dores do mundo no calor do norte

esperando a chuva do final do dia que refresca seus pensamentos

e acalma os desejos

mas não há cura, não procure, me espera

eu chego na noite, quando o vento me conduzir à canção

e a melodia pode ser um rock, um chachado, um baião

pode ser uma festa, um romance, um encontro

pode ser eu e você.

é o fim de uma espera, um novo caminho

uma escolha pensada, jogada, retratada no seu espelho, na minha vidraça

são seus versos, minha cara

são meus passos, sua dança

o seu samba, meu metal

somos nós, pra viver

descobrir, inventar, construir

permitir.

Olhe para o teu céu, vejo meu mar, são azuis!

São os sinais!!!

(LuA)




 

 



Escrito por lUA>lAn às 18h22
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Espera

Previsível era aquele tempo em que não se tinha por onde caminhar

não se sabia o que esperar

não cabiam os sonhos, já que não se acreditava neles

Somos mais do que corpos andantes

em busca de cruzamentos felizes

somos mais do que seres solitários em busca de acreditar em algo

olhe, sinta esse céu e esse mar infinitos

é assim dentro de cada um

espere enquanto limpa a sujeira deixada pelas suas histórias fracassadas

frutos do medo de não ser, de não conseguir..

somos céu, somos mar, somos pele e sangue

somos dores e cores,

som e silêncio

somos a voz, o olhar

o sentir!!!

cada lágrima e cada riso

não somos meros espectadores da vida

somos produto e produtores dela

somos o amor!!! (LuA)



Escrito por lUA>lAn às 14h36
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Abstração

Gosto das palavras soltas, do procurar significado para elas

quando ditas ou pensadas subjetivamente.

Gosto do vento, quando ele me encontra na curva das pedras

e se apresenta como vento, simplesmente

cabe a mim  ver o essencial nele.

Gosto das pedras, elas me acolhem

e me doem, como a dor da vida,

e quando as ondas batem nas pedras e molham meu corpo

doi a alma, uma dor de existir

a mesma dor que me faz escrever, que me faz amar

É dela que abstraio o melhor que sou, a força e a fragilidade

do meu viver..

(LuA)

 



Escrito por lUA>lAn às 17h24
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Para quem interessar possa...

 

 

Nada mais insuportável do que gente que não diz o que sente. Ou que não sente e não diz. Tenho ganas de fazer engolir a faca de atravessado em quem demonstra tanta emoção quanto um sapo ornamental, sempre aquele sorrisinho indecifrável grudado na fuça. Amigo do peixe e camarada da isca. Sabonetão.

Não dá para confiar em quem se dá bem com todo mundo: parto da premissa de que quem é amigo da garotada não é verdadeiramente amigo de ninguém. Isso é só insegurança travestida de simpatia, uma baita necessidade de aceitação. Um tanto patético em se tratando de adultos, vamos convir. Da mesma forma, não boto nem um tiquinho de fé em homem que se dá fenomenalmente bem com suas exs - é sinal de que não se envolveu efetivamente com nenhuma, de que é tão raso e auto-resguardado que sai dos relacionamentos como se tivesse saído do cabeleireiro: impecável. Pessoas assim acham mais importante continuar sendo gostados do que amar, se entregar, e correr os riscos que isso envolve. Inclusive o de ser odiado.

Por isso quase nada (a não ser ausência prolongada de orgasmos) é tão decepcionante, esfrangalha tanto os nervos de uma mulher, como dividir a vida com um sabonetão. Está além das fronteiras do frustrante dar atenção, deixar de dar atenção, brigar, fazer as pazes com sexo tântrico-espacial, comprar cueca vermelha, vestir a cueca vermelha e dançar axé pela sala e nada acontecer. Nenhum surto, nenhum grito, nenhum beijo, nenhum riso largo e sonoro. Tudo sempre é morno, tem explicação, está bom ou (se for o caso) pode ficar melhor, tem saída. Sempre aquele irritante, imbecil, pseudo-zen sorrisinho.

Confesso minha inaptidão para compreender esse cruzamento de estátua do Madame Tusseau com garoto propaganda de pasta de dente: gosto ou não, sem meio termo. Não existe esse troço de estado de suspensão amorosa, bem porque se fulano não faz diferença na minha vida está automaticamente fora dela. Daí me deparo com pessoas para as quais as outras são como queijo ralado em pratos gratinados: se tiver, Oba! Que delícia; se não tiver, não faz a menor falta e não entendo lhufas. Se é pra não se molhar, pra que raios entrar na água?

Passionalidade é o que difere as relações humanas do cruzamento das minhocas, do namoro das iguanas. Quem passa pelo outro sem se intoxicar dele deixou de viver para se preservar (ô coisa besta), e vai ganhar o quê com isso? Histórias recheadas de momentos maravilhosos? Lembranças divertidas? Cicatrizes mentais e, em casos de exagero na dose, reais? Não, só vai perder: perder o próprio tempo e o do outro, privá-lo de viver com 100% da capacidade. Paixão de verdade, daquelas que vale a pena e o gozo, deixa vestígios. Qualquer coisa vivida por inteiro deixa vestígios: boa comida só é preparada sujando panela, quadros só viram obras-primas depois de muita tinta ter encardido as mãos do artista.

Amar, pra mim, é como comer manga: o prazer é diretamente proporcional à lambança e ao tempo que se demora pra tirar os fiapos. E daí se mancha? Tudo na vida tem seu preço. E algumas coisas valem cada centavo.

(Ailin Aleixo - "O malfadado homem-sabonete" in 07/03/2005)

 



Escrito por lUA>lAn às 13h14
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Mãos

 




 

Prendo minha alma e solto meus pensamentos

caminho com os sapatos na mão e aquele lugar sem nome me espera

me comovo com os passos solitários que marcam o chão e fazem a história

não descanso, me recolho, desmancho os cabelos e os planos

balbucio palavras significativas sem mover um músculo

sorrio cansada, me encho de coragem para abrir meu peito e jogar no ar as dores que se confundem com as nuvens cinzas

do céu tão perto do meu olhar e tão longe de minhas mãos

sou toque quero arrancar essa vontade insana com minhas mãos

não quero acabar, quero começar, sentir na ponta dos dedos cada pedaço do que sinto.

fazer histórias além dos pés e suas marcas na areia, quero guardar na palma das minhas mãos, nos ombros,

na boca, sentir cravada em minha pele, cada sensação, cada vontade, cada sentido.

desconstruir meus pensamentos na parede, com meu corpo estafado de tudo que não seja o que sinto agora.




 



Escrito por lUA>lAn às 02h33
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Nossas noites!

Como é bom dormir de conchinha

todas as noites quando deito

ajeito meu corpo, formato conchinha

fecho os olhos e meu corpo flutua

e sem mapa, sem roteiro, sem rodovia, viaja

percorre rapidamente um longo espaço

e muito de repente chega ao destino

sem esforço é em outra cama que deita

procura por braços, por abraços, por toques

lenta e calmamente

se arruma, se coloca

se encaixa

sensações, percepções - sentidos

sinto as mãos tocando, os braços enlaçando

a respiração, o beijo

mãos, nuca - enlace

boca, boca - beijo

desejo, carinho  - prazer

emoção, silêncio

sorrisos, conchinha, sono - boa noite!



Escrito por lUA>lAn às 00h53
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Presente

Iluminando o espaço do blog com formosura e emoção, com amor...palavras presenteadas,

sentimentos aflorados, com sorriso nos olhos eu agradeço.

Não é somente um sentir que embeleza o blog, mas a minha vida!!!! (LuA)

A palavra é dita e não basta!

o respirar é vida, e não casta, então, reclino sobre meu desejo!

escondo mãos, pernas, sexo, luz, olhos....

para que nem ver-me te peçam os teus!

Então alcanço o inebriar da dança....e já não sonho,

apenas contorço, balbucio, molho a boca de ti, na realidade do sonho!

E é alí, meu desejo contido, no abandono, no nada de mim,

esvaziada e esvaziando outros para transbordar-me...

Sou eu e mais um, e é o outro quem sou, porque dele me visto, e quase esqueço de mim!

Pobre presa, pensa que é livre, porque voa!!!!!!!

(FaFá)  15.05.2008 - Belém - Pa.  



Escrito por lUA>lAn às 15h29
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Silêncio

Perturba-me o silêncio em algumas horas do dia,

aquelas em que estamos acostumados ao som da cidade

E se numa dessas horas o barulho não acontece, sentidos apostos, algo não está bem..

é como no domingo, em minha cidade, sempre, por 15 anos quando acordava pelas 7:30

espantava-me o silêncio e então precisava convencer-me que era domingo, apenas isso,

poucos saiam para o trabalho, a maioria dormia e esse era um bom pretexto para eu continuar na cama

pensando sem muita ordem ou preocupação.

Os domingos, as 7:30 da manhã, eram, inevitavelmente, alegres e calmos

silenciosos, sempre o que eu precisava,

descubro hoje, ao voltar, que amava esse momento e com certeza dele sinto saudades, pois, aguardava por ele,

ansiava, amava. A expectativa de um momento silencioso em meio a agitação diária me era necessária...

Mas estou aqui e mato minhas saudades.

(Lua)

 



Escrito por lUA>lAn às 18h35
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Praias no inverno

Lendo Rubem Alves encontrei esse texto, alguém duvida que eu concordo plenamente? que saudades de vc meu nixo de paraiso, ainda que na minha casa mais ìntima, de vc sempre terei saudades.

 

As praias no inverno são mais bonitas. Vocês já viram uma vaca coberta de carrapatos? é algo de dar dó... Pois assim são as praias no verão: os milhares de pessoas são carrapatos que infestam as areais brancas. No inverno as praias são lisas, solitárias. quase ninguém. Parece que os homens têm medo da solidão. Gostam mesmo é do falatório, do agito, dom som... Prefiro a música do mar e do vento porque ela faz eco na minha alma. Não se houvem vozes humanas. Apenas o pio dos pássaros. E os pensamento vêm mansamente. Águas-vivas mortas - seria inútil jogá-las no mar novamente. Eram bonitas vivas, flutuando transparentes...Caranguejos de olhos saltados, andando de lado, fugindo para os buracos na areia. Parecem-se com certas pessoas que não conseguem andar para frente...Catar conchinhas...Eis ai uma deliciosa brincadeira para quem deseja ser escritor. A alma é um grande mar que vai depositando conchinhas no pensamento. é preciso guardá-las. Quem deseja ser escritor há de aprender com as crianças a catar conchinhas, pensamentos avuslsos como esses com que estou brincando, e guardá-los num caderninho. de Camus, o livro que mais amo - e por isso mesmo releio sempre - são os seus Cadernos da Juventude. Ali ele anotava o vôo dos pássaros, uma trovoada, uma nesga azul no céu de tempestade, uma citação que lhe vinha à cabeça, um diálogo entre marido e mulher. Nietzsche também colecionava conchinhas que ele transformava em aforismos. O problema com os aprendizes é que eles pensam que literatura se faz com coisas importantes. O que torna a conchinha importante não é o seu tamanho, mas o fato de que alguém a cata da areia e a mostra para quem não a viu: "Veja"... Literatura é mostrar conchinhas.



Escrito por lUA>lAn às 10h19
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Meu bebein!!

Hoje é o seu dia meu bebein, e vc me ensinou que lealdade não tem preço e amor não tem fisionomia,

Parabéns meuj pequeno bebein, seis anos juntas e isso está acima do bem e do mal, do certo e do errado,

do puro ou do profano, vc merece todos os agradecimentos por este ano que sozinhas enfrentamos nossos medos e trilhamos nosso caminho!!

Te amo, meu bebein!!!!!



Escrito por lUA>lAn às 00h43
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Sensificar

Restaurar os sentidos, produzir sensações,

dar liberdade ao sensitivo

sensificar!!!

Todos os sentidos apostos e a consciência aberta para sentir

de todas as formas, por todos os meios. Vivificar!

Construir um equilibrio, um novo equilibrar, no enigmático. Insanabilidade!!!

Ter prazer com você, Amar Você. Você: Insanável!!!

Lua!!



Escrito por lUA>lAn às 13h19
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BRASIL, Sul, SUL DA ILHA DA MAGIA, GOSTO DE: cachorro, solidão, silêncio, lua, ler, pensar. SOU, Mulher
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