"Não é necessário sair de casa. Permaneça em sua mesa e ouça. Não apenas ouça, mas espere. Não apenas espere, mas fique sozinho em silêncio. Então o mundo se apresentará desmascarado. Em êxtase, se dobrará sobre os seus pés." (Franz Kaftka)
Procuro nas coisas vagas Ciência! Eu movo dezenas de músculos Para sorrir...
Nos poros a contrair Nas pétalas do jasmim Com a brisa que vem roçar Da outra margem do mar...
Procuro na paisagem Cadência! Os átomos coreografam A grama do chão...
Na pele braile prá ler Na superfície de mim Milímetros de prazer Quilômetros de paixão...
Vem pr'esse mundo Deus quer nascer Há algo invisível e encantado Entre eu e você E a alma aproveita prá ser A matéria e viver...
Procuro nas coisas vagas Ciência! Eu movo dezenas de músculos Para sorrir...
Nos poros a contrair Nas pétalas do jasmim Com a brisa que vem roçar Da outra margem do mar...
Procuro na paisagem Cadência! Os átomos coreografam A grama do chão...
Na pele braile prá ler Na superfície de mim Milímetros de prazer Quilômetros de paixão...
Vem pr'esse mundo Deus quer nascer Há algo invisível e encantado Entre eu e você...
Vem pr'esse mundo Deus quer nascer Que a alma aproveita prá ser A matéria e viver Que a alma aproveita prá ser A matéria e viver Que a alma aproveita prá Viver! Que a alma aproveita prá ser A matéria e viver..
Quando envelhecer, vou usar púrpura com chapéu colorido, que não combina nem fica bem em mim. Vou gastar a pensão em vinhos, cruzeiros para terceira idade, ração para gatos e sandálias de cetim - e dizer que não tenho dinheiro para a conta de energia. Vou sentar na calçada quando me cansar e devorar as ofertas do supermercado, tocar as campainhas e jogar milhos para pombos nas praças e compensar toda a sobriedade da minha juventude. Passar muitas tardes jogando baralho com velhos amigos ou lendo revistas de meditação e culinária.Vou lembrar de quando eu andava na chuva de chinelos, apanhava flores no jardim dos outros e aprendi a cuspir. Pensar no futuro, muitas vezes é terapia para voltar a viver o presente. Hoje, tenho uma vida boa, com bons amigos, um emprego, uma família linda, saúde e tenho também mais um grande mistério do ser humano:um amor. Quero brincar então, de futuro, de vida. Penso que no futuro, a gente pode usar camisas horríveis e engordar, comer um quilo de guloseimas de uma vez, uma barra de chocolate amargo ou só pão com salaminho a semana inteira e juntar canetas e bolachas de salgadinhos chips e coisas em caixinhas. Mas agora temos de usar roupa que nos deixe secos, pagar aluguel, não dizer palavrão na rua e ser bom exemplo para as crianças. Temos de ler o jornal e convidar amigos para jantar. Bem, a velhice vai chegar é inevitável. Será que serei um pouco louca? Mas quem sabe eu não devia treinar um pouco agora? Assim os outros não vão ficar chocados demais quando de repente eu for velha e usar púrpura, bengala arco-íris, beber vinhos em copos maravilhosos e usar meias de estrelas.
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é...autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente comecei a ver que tudo o que aconteceu contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de...amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é...respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável...pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
De inicio, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama...amor próprio .
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é...simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muitas vezes. Hoje descobri a...humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é...saber viver!
Kim e Alison McMillen
Pouco tempo pra cuidar de ti, mas não te deixo às moscas, estou aqui para colori-lo um tanto e dividir com vc um pouco dessa dor doída, dessa dor contida, dessa força confusa e colorida que me toma, quando estou mesmo no chão.
cansada, apressada, envolvida, mas parte de mim inteira ainda preservando os sentidos e sentimentos!!
- Quer um pedaço de sanduíche, Maca? - O quê? - Quer um pedaço de sanduíche? - Muito agradecida, Glória, mas eu tenho um enjôo para comer porque quando eu era criança me deram um gato frito. - Credo! E você comeu? - Comi, eu não sabia! Parecia que eu tinha cometido um crime, parecia que eu tinha comido um anjo frito com asa e tudo! - Credo! - Ai, Glória, por favor, você me dá uma aspirina? - Mas por que você me pede tanta aspirina, Maca? Não é pelo dinheiro não, mas pode fazer mal! - Para eu não me doer! - Hã?? - Para eu não me doer. É dentro"